segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Nova Família Abençoada no Altar


O casamento é uma instituição sagrada criada por Deus, simboliza a união permanente entre um homem e uma mulher com os fundamentos da Aliança, Amor, Fidelidade e Pureza.

O casamento na Igreja é muito mais do que uma cerimônia, é um sacramento, um compromisso de amor firmado diante de Deus, da comunidade e das pessoas mais importantes da vida dos noivos.

O momento é muito especial em que duas histórias se unem para formar uma nova família, construída sobre os pilares da fé, do respeito, da fidelidade e do amor.

A beleza dessa celebração está em cada detalhe. A igreja preparada para receber os noivos, a emoção da entrada, as orações, as bênçãos e a troca das alianças tornam esse dia inesquecível

Os padrinhos testemunham a união e assumem o compromisso de apoiar o casal com amizade, conselhos e presença ao longo da caminhada.

As famílias também vivem intensamente esse momento. Pais, avós, irmãos e demais parentes e amigos compartilham a alegria de ver nascer uma nova família, fortalecendo os laços de amor e união que atravessam gerações.

Após a cerimônia, vem a comemoração em que reúne todos em um clima de alegria e confraternização. O local da festa é preparado, mesas decoradas, muita gente, comidas gostosas e doces cuidadosamente preparados.

Na festa toda alegria gira em torno da princesa e do príncipe. Os jovens casados recebem os brindes que simbolizam a abundância, a partilha e a gratidão por esse novo começo.

Uma nova casa é construída para abrigar a nova família que já traçam novos planos. O grande amor aumenta ainda mais com a chegada dos filhos. A alegria é irradiante! Como é grande o amor paternal e maternal.

É lindo o sacramento abençoado no altar em que une dois corações sob a graça divina, um amor, um vínculo da perfeição.

O Padre tem uma importância grande no casamento, ele preside a celebração, traz a palavra de Deus, dá conselhos e abençoa-os em nome do pai, filho e espírito santo.

Minha Terra, Minha Gente de Tradição

Gente boa, minha gente
Aqui tudo era diferente,
Não tinha tanta gente
Pra pra morar nesse lugar.

Tinha mato, capoeira, cerradinho e cerradão.
Terra tão fértil e tão fechada
Que acolheu nossa família de tradição.

Vieram de Minas, tantos outros lugares
Aqui chegaram, povoaram e construíram
Nossa história pra contar, servir e admirar.

Famílias de tradição, Carvalho, Faleiro, Souza, Vieira,
Aleluia, Costa, Brandão, Cunha e Oliveira.

Desbravaram, fizeram estradas, casas, roças e plantações.
Arroz, milho, feijão, mandioca, banana e laranja.
Criaram porcos, vacas, cavalos e bois.

Famílias de tradição, Pereira, Silva, Tobias, Leite, Dias, Lima, Fernandes e Machado. Cuidaram da nossa terra.

Pra povoar eram dez, doze ou quinze filhos
Nasciam nas fazendas pelas mãos de parteiras,
Cuidados pelos pais, rezadores, carreiros e roceiros.

Forças de homens fortes, de bois,
Cavalos e mutirões, enchiam tuias e paióis,
Garapa melado, açúcar, rapadura e pinga pra animar.

Obrigado, José, João, Antônio, Rafael, Calisto, Joaquim, Aleluia, Heitor, Totó, Chico, Costa e Romão e Vicente.
Obrigado Maria, Antônia, Luzia, Ana, Imídia, Anastácia, Dorinha, Izídia.
Obrigado Alexandre, Leite, Pedro, Miguel, Sanito, tanto mais.

Oi terra boa, muitas matas e frutos,
Cantar dos pássaros, bichos da braveza,
Peixes, rios, córregos e águas cristalinas.

Essa é nossa terra e nosso povo querido
Que vivia da pureza, espalharam e criaram
Regiões, matoso, buriti, mumbuca, antinha
Água vermelha, aborrecido, rio preto,
Passaquatinho, capim puba e morro grande
e outras mais.

Hoje, nossa gente é grande, construímos a bela São
Miguel do Passa Quatro, vivemos com tranquilidade
A prosperidade, agradecendo e usufruindo tudo
Que fizeram os nossos antepassados. (Auto: Zequinha Aleluia. Esta Poesia virou música sertaneja raiz, moda de viola.)

História Real Com Final Feliz


O MEDO MAIOR ERA O RIO


Aconteceu numa manhã, no meio da semana na fazenda beira rio. O tempo estava limpo e o sol já começava a esquentar quando a vida dos recém-casados Tiãozinho e Dorinha viraram do avesso.

Aconteceu muito rápido, foi num piscar de olhos, o silêncio daquela casa bonita com esteios de aroeira e paredes pintadas de branco ganhou um peso insuportável: o pequenino Zezinho, o primeiro da família de apenas dois anos, havia sumido. E junto com ele, o cachorrinho Tupi, um vira-lata de cor branca, orelhas caídas que não desgrudava do menino.

O desespero dos pais não era para menos. A fazenda, embora linda, era cercada de perigos para uma criança tão pequena. O quintal terminava onde começava uma mata ciliar que margeava um córrego de águas rápidas que desaguava perto da casa, logo à frente, no rio passa quatro.

Sem nenhuma pista, os pais desesperados saíram à procura do pequeno. A busca Implacável, juntaram os vizinhos da redondeza para ajudar. Pela estradinha que margeava o córrego passaram por muitas vezes, gritando e chorando, a mãe do garotinho era só choro.

À medida que as horas passavam o desespero aumentavam. Os vizinhos mais próximos eram Rafa e Lú, avós do Zezinho e pais de Dorinha. No caminho da casa dos avós já tinham passado por mais três vezes e o dia já caminhava para o entardecer.

O sol já começava a esconder naquele morro, e nada. Com ajuda dos vizinhos procuraram no pasto, nas matas ao redor e nas margens do córrego. Gritavam e nenhuma resposta. Para os pais, cada minuto parecia uma eternidade de culpa e pavor, o medo maior era o rio que ficava bem próximo da casa.

Quando estava começando a escurecer, mais uma vez os pais iam pela estradinha à margem do córrego para a casa dos avós Rafa e Lú, já não sabiam mais o que fazer, os avós também estavam desesperados.

Quando passavam sobre a ponte ouviram-se latidos de um cachorrinho debaixo da ponte. Nesse momento os pais pararam e desceram com a maior pressa e puderam ver o cachorrinho Tupi cavando um buraco e ao seu lado estava o pequeno Zezinho brincando na areia, ao lado da água que batia nas bonitas e polidas pedras.

A mãe pegou o filhinho e nesta hora ela chorou ainda mais forte, mas foi de alegria e agradecimentos aos anjos e santos, ela era muito devota do Anjo da Guarda.

Os vizinhos fizeram juntos oração agradecendo ao senhor bom Deus, enquanto que os pais os abraçavam e agradeciam pelo carinho de todos.

Em seguida, Tiãozinho e Dorinha saíram carregando nos braços o pequeno Zezinho e atrás foi andando e latindo o cachorrinho Tupi. Eles foram para a casa de Rafa e Lú para descansar. Esta história é originária de um fato real, isto aconteceu foi comigo. Autor: Zequinha Aleluia.

Uma Bola, Um Troféu e Um Só Coração


É tradição da nossa gente
Todo ano tinha jogo de futebol
Nos campos verdes da roça e da cidade
E muita história pra contar.

Tinha Clube com atletas preparados
Jogadores chegavam juntos
De Kombi de Cavalo e a pé
Muita gente na torcida gritava olé
Gritava chuta e explodia com o gol do Mané.

Jôgo duro no Passaquatinho
Na chapada e Capim Puba era pra empatar,
No Matoso e Buriti dava pra ganhar
Água Vermelha e Aborrecido
um ponto prá lá e outro prá cá

No Estádio José Batista da Paixão
Era festa, era jogo da final
Campeão, São Miguel do Passa Quatro.

No gramado da pequena cidade
Atletas unidos, prontos pra jogar
Tinha chute, tinha abraço e tinha sorriso no olhar
Tinha olé, tinha boné e Pirú no gol de pontapé.

O Craque jogava no meio de campo
O artilheiro goleava no ataque
O zagueiro dava chutão
E o goleiro voava fazendo ponte.

Na arquibancada estavam Pais, filhos, avós
E amigos celebrando lances e jogadas
A maior vitória estava no brilho do olhar
Sobre o campo da cidade com fogos a iluminar.

No tempo de agora a bola continua a rolar
E sonhos florescem nos desejos de crianças
Que sonham ganhar a vida jogando
No Vila Nova, Flamengo e Botafogo
Com os pés na bola como fazia o Rei Pelé.

Que nunca falte a bola, a esperança e emoção,
Para esse povo lado a lado ajudando a construir
A história da nossa gente com alegria e gratidão.

Bola de campeão, troféu de vencedor
Lembrança viva pra homenagear
Obrigado Valderrama! Viva nossa gente!
Viva São Miguel do Passa Quatro.
E viva o nosso futebol. (Autor: Zequinha Aleluia. Este Poema virou música – Rock)

Sonho, Aventura Incrível

Já sonhou estar voando?

Quando eu era criança, sonhei por mais de três vezes. Era uma aventura incrível ou algo espiritual, angelical, não sei. Mas, voava como um anjo ou pássaro, não tinha asas, mas me erguia livremente e suavemente viajava nas alturas.

Das alturas, via as ondulações do relevo, às vezes grandes morros ou enormes depressões das férteis baixadas da terra.

Via com o brilho do sol, córregos, rios caudalosos retos e tortuosos com águas cristalinas que corriam batendo em pedras no meio de matas.

Às vezes voava mais alto ou aproximava um pouco da terra para ver as belezas de paisagens do cerrado que se estendiam até onde a vista alcançava.

Ficava deslumbrado com aquelas casinhas lindas e animais tão pequeninos, às vezes pastando em colinas ou andando no meio de árvores tortuosas, onde tinham muitas flores que eram impossíveis de não serem admiradas.

Até hoje não consigo compreender estas aventuras. Mas compreendo que era um convite para enxergar a grandiosidade da natureza, valorizar os córregos, as matas, o cerrado e guardar para sempre a esperança de que essas paisagens tão belas e valiosas ainda continuem vivas entre nós.


O Colégio Estadual Adonias Lemes do Prado vai ganhar uma nova e moderna escola. A nova escola está em fase adiantada de construção.

Serão construídos: um pavilhão de cima com três salas de aulas, sanitário masculino e feminino com dez box e duas pias com oito torneiras.

Um pavilhão de frente com duas salas de aulas, um laboratório de ciências, sanitário masculino e feminino com dez box e duas pias com oito torneiras

Uma midiateca com pátio coberto e jardinagem entre o pavilhão da frente e a midiateca. Uma cozinha com refeitório. 

Um pavilhão do meio com três salas de aulas e cercado por pátios descoberto com jardinagens. 

Um pavilhão administrativo com salas para direção, coordenação pedagógica, secretaria, arquivo, coordenação administrativo financeiro, sala dos professores, recepção, sanitário masculino, feminino e lavatório.

Também um bicicletário, estacionamento para motos, carros, incluído para portadores de necessidades especiais e maiores de sessenta anos e estacionamento de carga e descarga.

Também uma base para mastro de bandeiras e muita jardinagem.O projeto foi bem pensado, a frente, entrada da escola será moderna, acessível e segura. 

Teremos uma escola muito bonita e com boa estrutura.A quadra coberta será reformada e os pavilhões antigos de cima e do meio serão integralmente retirados.

"A Cultura Forma Sábios; A Educação, Homens"

Foi pensando nas coisas boas da nossa terra, da nossa gente que nasceu este jornalzinho. O desejo de expressar merece a atenção de quem gosta de escrever e ler.

O Comunitário, Lente da Nossa Gente, vem para comunicar, alegrar, entreter e envolver a comunidade em assuntos importantes.

Por meio deste instrumento poderemos falar de valores, crenças, tradições, experiências e lembrar de fatos históricos construídos por heróis da nossa terra.

Também, registrar o nosso jeito de ser e viver, nossas aventuras, nossa arte, nossos dons, habilidades e nossas festas.

A cultura é muito importante. A Constituição Federal de 1988 do País estabelece que o Estado deve garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura e ainda determina o apoio e incentivo a valorização, difusão e proteção das manifestações culturais.

O escritor, pós-doutor em antropologia social e presidente da fundação memorial da américa latina, Pedro Machado Mastrobuono, disse: “Sem cultura não há povo: identidade, pertencimento e soberania”.

Uma nação só é unida e coesa pela cultura, pois a cultura está acima de qualquer diferença ou condição social, está acima da economia, da política e da ciência.  Disse o sociólogo francês Louis Bonald: “A Cultura forma sábios; a educação, homens”.